Category Archives: nada

/ nada

será que alguma vez sabemos mesmo começar sem des-sentir os caminhos que têm criado humanidade?

será que vamos sabendo o que é começar de novo? ou de velho? continuo no brotar das coisas. das coisas que antes serem regras, leis, ou outros modus operandi socialmente instituidos eram desejos…ou não. começar sem neglicenciar a caminhada que

/ nada

será que alguma vez sabemos mesmo começar sem des-sentir os caminhos que têm criado humanidade?

será que vamos sabendo o que é começar de novo? ou de velho? continuo no brotar das coisas. das coisas que antes serem regras, leis, ou outros modus operandi socialmente instituidos eram desejos…ou não. começar sem neglicenciar a caminhada que

/ nada

sem lua com luz

estive vivendo por lugares sem nome ao longo da costa vicentina. adormecer sem lua e com as estrelas, com o vento, atravessar a rebentação por entre ondas seguidas com o mar a agarrar-te as pernas ou escorregando na pele. encontrar

/ nada

sem lua com luz

estive vivendo por lugares sem nome ao longo da costa vicentina. adormecer sem lua e com as estrelas, com o vento, atravessar a rebentação por entre ondas seguidas com o mar a agarrar-te as pernas ou escorregando na pele. encontrar

repetição é uma inauguração

Agora tenho tempo para escrever. Sentada com um café no jardim. Tenho um lápis na mão direita, o caderno no colo. Fico dando voltas entre o pensamento e a ação de escrever. Um pensamento que nasceu há dias, vinha como

repetição é uma inauguração

Agora tenho tempo para escrever. Sentada com um café no jardim. Tenho um lápis na mão direita, o caderno no colo. Fico dando voltas entre o pensamento e a ação de escrever. Um pensamento que nasceu há dias, vinha como

no ar

Uma das coisas que mais quero-não-quero na vida é estar no ar… Há muitos anos penso que se não tivesse esse corpo humano, queria ter um corpo-pássaro. O jeito mais próximo de ser corpo-pássaro é vestir a mochila, pegar o

no ar

Uma das coisas que mais quero-não-quero na vida é estar no ar… Há muitos anos penso que se não tivesse esse corpo humano, queria ter um corpo-pássaro. O jeito mais próximo de ser corpo-pássaro é vestir a mochila, pegar o

/ nada

Cidade translúcida

Cidade translúcida. Maré de corpos contrastantes na paisagem Lisboeta. A beleza vislumbrando-se no gotejar do dia-a-dia atravessando esse quotidiano da gente-gente que todavia saboreia o lugar. O corpo da cidade luz transformando-se colossal num alto contraste com tais corpos desmaiados

/ nada

Cidade translúcida

Cidade translúcida. Maré de corpos contrastantes na paisagem Lisboeta. A beleza vislumbrando-se no gotejar do dia-a-dia atravessando esse quotidiano da gente-gente que todavia saboreia o lugar. O corpo da cidade luz transformando-se colossal num alto contraste com tais corpos desmaiados

/ nada

cidades a engolir e cuspir periferias

o que vou pensando quando considero cidade aparece da experiência de caminhar-poisar, de observar e escutar enquanto demoro em paisagens de pessoas e lugares. pelo caminho vou estudando o que outros vão pensando, analisando e questionando em torno de o

/ nada

cidades a engolir e cuspir periferias

o que vou pensando quando considero cidade aparece da experiência de caminhar-poisar, de observar e escutar enquanto demoro em paisagens de pessoas e lugares. pelo caminho vou estudando o que outros vão pensando, analisando e questionando em torno de o

/ nada

brincar? o quê?

brincamos de quantas bocas vão do queixo à janela do vizinho…e o que é empurrar esta pedra? e que temperatura tem essa tal pedra? e porque lhe chamo pedra?se a ponho a rolar ela viaja como uma bola? como um

/ nada

brincar? o quê?

brincamos de quantas bocas vão do queixo à janela do vizinho…e o que é empurrar esta pedra? e que temperatura tem essa tal pedra? e porque lhe chamo pedra?se a ponho a rolar ela viaja como uma bola? como um