Pedras’15 – Programação em obras

Festival Pedras’15 – A Arte de Caber em Toda a Parte 27 de junho a 4 de julho com body storm a 6 de julho Esta é a 10ª temporada do trabalho com pessoas e lugares a que o c.e.m

Pedras’15 – Programação em obras

Festival Pedras’15 – A Arte de Caber em Toda a Parte 27 de junho a 4 de julho com body storm a 6 de julho Esta é a 10ª temporada do trabalho com pessoas e lugares a que o c.e.m

carta para uma paulistana

Sabe menina, acho que somos nós quem não conhecemos Lisboa. Hoje senti que também criei uma bolha de convívio nessa cidade. Aqui na Avenida Berna tudo é São Paulo. Quatro faixas, tráfego intenso… agora acabou de passar um ônibus barulhento,

carta para uma paulistana

Sabe menina, acho que somos nós quem não conhecemos Lisboa. Hoje senti que também criei uma bolha de convívio nessa cidade. Aqui na Avenida Berna tudo é São Paulo. Quatro faixas, tráfego intenso… agora acabou de passar um ônibus barulhento,

/ nada

será que alguma vez sabemos mesmo começar sem des-sentir os caminhos que têm criado humanidade?

será que vamos sabendo o que é começar de novo? ou de velho? continuo no brotar das coisas. das coisas que antes serem regras, leis, ou outros modus operandi socialmente instituidos eram desejos…ou não. começar sem neglicenciar a caminhada que

/ nada

será que alguma vez sabemos mesmo começar sem des-sentir os caminhos que têm criado humanidade?

será que vamos sabendo o que é começar de novo? ou de velho? continuo no brotar das coisas. das coisas que antes serem regras, leis, ou outros modus operandi socialmente instituidos eram desejos…ou não. começar sem neglicenciar a caminhada que

/ nada

sem lua com luz

estive vivendo por lugares sem nome ao longo da costa vicentina. adormecer sem lua e com as estrelas, com o vento, atravessar a rebentação por entre ondas seguidas com o mar a agarrar-te as pernas ou escorregando na pele. encontrar

/ nada

sem lua com luz

estive vivendo por lugares sem nome ao longo da costa vicentina. adormecer sem lua e com as estrelas, com o vento, atravessar a rebentação por entre ondas seguidas com o mar a agarrar-te as pernas ou escorregando na pele. encontrar

Café com sal

sal no mar morto, mar sem peixe Coloca sal no peixe para conservar Disseca o pensamento para caber na estante das palavras mortas

Café com sal

sal no mar morto, mar sem peixe Coloca sal no peixe para conservar Disseca o pensamento para caber na estante das palavras mortas

vem aí o doc em som do pedras 15

fico maravilhada ao reouvir os trechos que fomos gravando ao longo do festival! como as atmosferas mudam de lugar para lugar, como se sente se estás no largo de são domingos ou na mouraria ou na calçada de santana ou…

vem aí o doc em som do pedras 15

fico maravilhada ao reouvir os trechos que fomos gravando ao longo do festival! como as atmosferas mudam de lugar para lugar, como se sente se estás no largo de são domingos ou na mouraria ou na calçada de santana ou…

repetição é uma inauguração

Agora tenho tempo para escrever. Sentada com um café no jardim. Tenho um lápis na mão direita, o caderno no colo. Fico dando voltas entre o pensamento e a ação de escrever. Um pensamento que nasceu há dias, vinha como

repetição é uma inauguração

Agora tenho tempo para escrever. Sentada com um café no jardim. Tenho um lápis na mão direita, o caderno no colo. Fico dando voltas entre o pensamento e a ação de escrever. Um pensamento que nasceu há dias, vinha como

O futuro não, o passado nunca! (texto re-ouvir a cidade)

Lisboa está cheia de ruínas. Não será, porventura, esta a imagem que transpira dos discursos habituais sobre a cidade, nem sequer o que nos entra pelos olhos dentro quando a percorremos quotidianamente. É certo que nem sempre se vêem, e

O futuro não, o passado nunca! (texto re-ouvir a cidade)

Lisboa está cheia de ruínas. Não será, porventura, esta a imagem que transpira dos discursos habituais sobre a cidade, nem sequer o que nos entra pelos olhos dentro quando a percorremos quotidianamente. É certo que nem sempre se vêem, e